30/05/2008

"Vincent": Tim Burton para crianças




Primeiro curta de Tim Burton, "Vincent", poesia escrita por ele mesmo na voz sensacional e inconfundível de Vincent Price. Era 1982 e já se podia ver a mente maluquinha desse rapaz.

Escrito por Marcelo Tas às 19h14

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Menos fumaça e mais saúde




Dia 31 de Maio é o dia mundial sem cigarro. O blog apóia o jejum da droga que mais causa vício e milhões de famílias infelizes no planeta.

PS: A campanha foi criada pela Nova S/B para a Organização Mundial de Saúde.

Escrito por Marcelo Tas às 18h37

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29/05/2008

Titi Freak: das ruas de SP para a casa de Aguilera




Hamilton Yokota é um japa que nasceu em São Paulo. Entrou cedo na labuta, desenhando HQ para os Estúdios Maurício de Souza. Em 1996, conheceu os Gêmeos, célebres grafiteiros do Cambuci e caiu nas ruas de SP. Virou Titi Freak, um dos artistas urbanos paulistanos mais badalados da street art no mundo.

No último dia 16, em Nova York, Titi abriu "Vida Apaixonada", a primeira exibição solo dele nos EUA na Jonathan Levine Gallery, em Manhattan.

Pouco antes da abertura, a galeria recebeu um telefonema do agente de Christina Aguilera, que solicitou uma visita privê para conhecer os trabalhos de Titi. A mega star arrematou duas telas, entre elas o perfil acima.

Recebi a notícia, através do Blog do Repique das atrizes Odara Carvalho e Paula Guedes com uma alegria especial. Em 2003, quando coloquei pela primeira vez os meus pezinhos na Internet, Titi gentilmente cedeu as ilustrações, anteriormente publicadas na revista Simples, que estão ainda hoje na home do meu site pessoal aqui no UOL.

Londres é a próxima parada do japa que é a prova viva de que, com sensibilidade e arte, as ruas de São Paulo podem produzir algo além de mau-humor e congestionamentos.

Em Outubro, teremos eleições municipais. Deveria ser obrigatório a todos os candidatos a prefeito e vereador conhecer a história de Titi Freak.


PS: o Titi tem um site e blog sensacionais.

Escrito por Marcelo Tas às 09h09

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28/05/2008

Paulinho é Inocêncio




Inocêncio de Oliveira é o atual Corregedor da Câmara dos Deputados. Antes de ser alçado a tal posto, Inocêncio foi militante da Arena, partido que apoiava a ditadura militar. Com a chegada da democracia, para continuar surfando no poder, Inocêncio e sua turma (que incluía o surfista de bigode Zé Sarney) saíram da Arena e fundaram o PFL, frente que embarcou na onda de Tancredo. O PFL virou Democratas. Inocêncio passou para o PMDB, que foi seu último reduto antes dele se aboletar no PR, Partido da República. Sim, aquele mesmo liderado por Valdemar da Costa Neto, o homem da mala e da ex-mulher raivosa do escândalo do mensalão.

Além desse zigue zague ideológico nada louvável, Inocêncio tem no currículum algumas manchinhas difíceis de esquecer. Vou puxá-las para vocês pela memória implacável da Internet.

Nascido em família modesta, como informa o site de Serra Talhada, terra natal dele, Inocêncio prosperou como um autêntico Bill Gates do sertão desde que entrou para a política. Segundo reportagem da Isto É, possui concessionárias de motos e automóveis, três rádios no interior, uma televisão em Caruaru, além de 6,2 mil hectares de fazendas de gado no Maranhão e em Pernambuco. Apesar da abundância de recursos amealhados na carreira, Inocêncio foi pego de calças curtas pelo menos duas vezes: ao usar incentivos federais do DENOCS- fundo para os miseráveis da seca nordestina- para perfurar poços artesianos em suas fazendas majestosas. O assunto foi tema de ensaio precioso de Roberto Pompeu de Toledo, em 98 na Veja, texto que deveria estar nos livros didáticos de História do Brasil.

Mais tarde foi condenado pelo TRT- Tribunal Reginal do Trabalho- do Maranhão e denunciado ao Supremo Tribunal Federal pelo então procurador-geral da República Cláudio Fonteles (inquérito 2054) pelo crime de aliciamento de trabalhadores e redução deles à condição de escravos. O fato acontecido na fazenda Caraíbas foi amplamente registrado pela mídia, como registra o portal Forum de Entidades Nacionais de Direitos Humanos. Estamos falando do distantíssimo ano de 2002. Inocêncio foi julgado e condenado. Mas, sacumé, né? Conversa vai conversa vem... no ano de 2006, o processo foi arquivado pelo STF. Inocêncio virou inocente através de hábil argumentação do seu advogado João Agripino, que coroou seu feito com uma frase lapidar: “Os desembargadores reconheceram que não havia trabalho escravo, mas sim trabalho degradante, figura não prevista na legislação trabalhista.”

E chegamos a 2008. O mesmo Inocêncio, mais bronzeado e vistoso (passou por cirurgia plástica no nariz e cursinho para curar a gagueira que o perseguia implacavelmente), aparece lépido e fagueiro para as câmeras na tarde de ontem com os papéis na mão para a abertura de processo contra o deputado Paulinho da Força por quebra de decoro parlamentar.

Quando precisamos de um Inocêncio para dizer que Paulinho é culpado, fica a certeza de que o Congresso Nacional poderia até ser melhor. Mas seria pedir demais.

Nem vamos gastar tempo com isso, gente. Tenho absoluta certeza: Paulinho é Inocêncio!

Escrito por Marcelo Tas às 09h52

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27/05/2008

Servimos bem para servir sempre




Deu na Folha OnLine: o CQC de ontem teve média 6 e picos de 8 pontos, segundo o Ibope. Pela primeira vez, ficamos atrás apenas de Globo e Record (esta última ficou nos 16 pontos, será que dá para encostar?).

Quem faz TV compete por audiência. Aqueles que negam o fato, ou estão mentindo ou estão no veículo errado. É muito legal bater o SBT e a minha querida "ídola" Hebe Camargo fazendo um programa em que acreditamos plenamente. A Record está um pouco longe, mas quem sabe a gente morda os calcanhares deles um dia desses.

Estamos felizes, mas o trabalho está apenas no começo. Há uma longa estrada e pedreira dura pela frente.

Como diriam aqueles antigos papéis de embrulho das padarias de São Paulo: "Servimos bem para servir sempre. Obrigado pela preferência. Volte sempre."

;-)

Escrito por Marcelo Tas às 13h39

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26/05/2008

CQC 11



CQC 11
Dia 26 de Maio
22h15
Band
Para ir ao estúdio: plateiacqc@band.com.br
Reprise: sábados, 20h15 (compacto)

Entre outras:

PARADA GAY
CÚPULA SUL AMERICANA
ANIVERSÁRIO DO REAL
CQTESTE: ROBERTA RODRIGUES
QUADRO NOVO: TESTE DE HONESTIDADE
PROTESTE JÁ: MERENDA SUPERFATURADA
REPORTER INEXPERIENTE: DATENA


Críticas, comentários e sugestões são bem-vindas!

Escrito por Marcelo Tas às 10h37

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Invenções do futuro: os nanosalários




Cartum: enviado pelo Andrade

Escrito por Marcelo Tas às 10h27

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25/05/2008

Viva a diversidade, abaixo o preconceito!




Este blog é, sempre foi, sempre será... simpatizante da Parada Gay de São Paulo.

O slogan desse ano é muito apropriado: "Homofobia Mata!" No site da organização, além de dicas sobre como aproveitar o babado, o que é fundamental, há muita informação de qualidade disponível para download sobre saúde, direitos e avanços do movimento.

Preconceito contra a diversidade sexual é o mesmo que preconceito contra a diversidade cultural ou religiosa. Não leva a lugar algum. Ou melhor, leva: à guerra, ao ódio e à ignorância.

Viva a Parada do Orgulho GLBT, a popular Parada Gay de São Paulo. Que ela nos inspire com sua alegria e diversão a encarar a barra das injustiças e das deselegâncias desse mundo imundo.

Imagem: Feito em Casa- trabalhos manuais.

Escrito por Marcelo Tas às 16h34

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23/05/2008

Jefferson Perez morreu de sinceridade

Sempre me espantou no magérrimo senador amazonense a capacidade dele falar as coisas que todos nós estávamos pensando. Ficava intrigado: sendo um senador da República, por que não fazia algo, pensava? Parece que agora ele fez. Nos deixou com essa batata quente na mão.

Tinha esse discurso dele guardado no computador para escutar cada vez que ficava em dúvida sobre a necessidade de mudar tudo no Brasil. Começando pelo Congresso, até hoje dominado por raposas antigas, sedentas e egoístas como Zé Sarney, que apóiam qualquer governo desde a época da ditadura em detrimento do povo. Ah, o povo... esse detalhe desconfortável na paisagem.

Cliquem aqui, ouça e me digam se dá para dormir com um barulho desses?

Que vá em paz e sempre inspire a nossa indignação, Sr. Perez.

Escrito por Marcelo Tas às 10h10

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22/05/2008

Feriadão em Mônaco




Juro, não sou rapaz de muitos luxos ou badalações. Mas não recusaria um convitinho para ver a corrida de domingo em Mônaco. Alguém com um sobrando?

Foto: EFE

Escrito por Marcelo Tas às 19h21

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21/05/2008

Meirelles e Saramago: quando as luzes se acendem



Hoje, no café da manhã, li na Folha um belo texto do Fernando Meirelles descrevendo o exato instante em que luzes se acendiam ao final da exibição especial de "Blindness" para Saramago, em Lisboa no último sábado. Agora, ao cair da tarde do mesmo dia, recebo o link da mesma cena. Bendita Internet! Nos traz de volta "ao vivo" para o mesmo instante através do olhar eletrônico sensível do Quico, filho do Fernando. Moleque travesso, nem nascido era quando essa nossa brincadeira de Olhar Eletrônico começava nos anos 80 (aliás, o link foi enviado por outro companheiro de travessuras na Olhar: Toniko Mello)


Abaixo, o comentário do Fernando na Folha.

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Encontro com Saramago em cinema de Lisboa

FERNANDO MEIRELLES
ESPECIAL PARA A FOLHA

Depois de uma semana que pareceu uma verdadeira montanha russa emocional, saí de Cannes no sábado e fui para Lisboa mostrar o filme "Ensaio sobre a Cegueira" para o autor da história, José Saramago.
Por meses, antecipei o quanto a sessão me deixaria ansioso -e não estava errado. Infelizmente, o cine São Jorge, que nos foi reservado, não tinha projeção digital, então foi improvisado um sistema para passarmos nossa fita. Pensei em desistir de mostrar o filme ao ver um teste da projeção, mas o escritor já estava na sala de espera e, em respeito ao compromisso, achei melhor ir em frente.

Sentei-me ao seu lado, expliquei aos poucos amigos presentes que só havia legendas em francês e começamos a ver o filme. Sofri cada vez que uma imagem não aparecia ou que uma música mal soava. Ele assistiu ao filme todo mudo e sem reação nenhuma. Ao final da sessão, quando os créditos começaram a subir, sua mulher, Pilar, debruçou-se sobre Saramago e me agradeceu, emocionada. Silêncio ao meu lado. Antes de terminar os créditos principais, as luzes do cinema foram acesas, eu ousei olhar para o lado e vi que ele fitava a tela sem reação, como se estivesse interessado no nome dos assistentes de cenografia que passavam.

Deu tudo errado, pensei. Toquei seu braço levemente e lhe falei que ele não precisava comentar nada naquele momento, mas, então, com uma voz embargada, ele me disse, pausadamente: "Fernando, eu me sinto tão feliz hoje, ao terminar de ver este filme, como quando acabei de escrever "O Ensaio sobre a Cegueira'". Apenas agradeci e ficamos ali quietos. Dois marmanjos segurando as próprias lágrimas em silêncio. Ele passou a mão nos olhos, disfarçando a sua. Pensei no meu pai. Emoção sólida, dessas que se pode cortar em fatias com uma faca. Num impulso, beijei sua testa.

Na conversa e no jantar que se seguiram, ele disse que não considera o filme um espelho de seu trabalho e que nem poderia ser assim, pois cada pessoa tem uma sensibilidade diferente.
Disse ter gostado da experiência de ver algo que conhecia, mas que, ao mesmo tempo, não conhecia. Falou que o filme não era perfeito, mas que nunca havia assistido a um filme perfeito. Comentou algumas imagens que o emocionaram especialmente e disse ter achado o nosso Cão das Lágrimas muito doce; preferia que fosse mais agressivo.

Quando lhe contei sobre as críticas favoráveis e contrárias ao filme em Cannes, incluindo a da Folha, ele imediatamente lembrou e recontou aquela historinha do velho que vem puxando um burro montado por uma criança. Um passante vê aquilo e acha absurdo a criança estar montada enquanto um velho caminha, então eles invertem a posição. Outro passante cruza com o grupo e reclama da situação: "Como um adulto deixa uma criança a pé enquanto vai confortavelmente montado?".

Então, os dois montam no burro, mas alguém acha aquilo uma crueldade com um animal tão pequeno.
Finalmente, resolvem ambos carregar o burro nas costas, até que outro passante observa como são estúpidos por carregar o animal. E, enfim, o velho decide voltar para a primeira situação e parar de dar importância ao que dizem. "É isso que faço sempre", concluiu o escritor.

Acabo de deixar José Saramago e sua mulher no Ministério da Cultura de Portugal, onde está sendo exibida uma retrospectiva de seu trabalho e sua vida.
Houve uma pequena coletiva de imprensa ali, depois de visitarmos juntos a exposição. Meu filminho de menos de duas horas me pareceu muito insignificante ao ser colocado ao lado daquela obra de uma vida inteira.

FERNANDO MEIRELLES é o diretor de "Ensaio sobre a Cegueira", "Cidade de Deus" (2002) e "O Jardineiro Fiel" (2005), entre outros

Escrito por Marcelo Tas às 15h11

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Vamos copiar os americanos no que eles tem de legal?





Recebi e reli as regras do TSE para as próximas eleições. É uma mistura da herança da ditura militar com vestígios da burocracia portuguesa. É difícil entender por que, justamente às vésperas das eleições, quando o debate se faz mais necessário, limita-se a livre difusão de informação?

Por que não copiamos os norte-americanos, como quase o tempo todo fazemos, no que eles tem de bom para nos ensinar? Como no caso da liberdade de expressão principalmente durante uma camapanha eleitoral como a que vivem agora. O video acima é de um dos últimos comício de Barack Obama em Portland, Oregon, gravado e veiculado na internet. Lugar, aliás, onde Obama conseguiu significativa parte dos recursos financeiros para sua campanha. Meu Deus, que distância astronômica do Brasil onde a maioria que é contra a liberdade da internet prefere usar o caixa 2!

Escrito por Marcelo Tas às 09h21

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20/05/2008

Eleições municipais: eles estão chegando




Apesar das contínuas declarações de amor à natureza, o homem nasceu para viver em cidades. É fato: gostamos de viver próximos uns dos outros. De preferência em lugares bem cheios de gente para que, paradoxalmente, a nossa individualidade seja preservada. Ou você nunca morou numa cidadezinha do interior onde o menor espirro é monitorado pela vizinha?

Mas as cidades andam muito desconfortáveis, para usar uma palavra caridosa. É cada vez mais difícil morar junto a tantos fios de eletricidade, cabos de TV, canos de água e esgoto e, principalmente, automóveis. Ah, os automóveis, quem foi o inventor dessa praga mundial?

As cidades- outrora recantos tão calmos que provocavam uma onda de bocejos- se transformam em gigantescos monstros devoradores de gente e tempo. Apesar do brilho sedutor da tecnologia e do "prugréssio", cada vez mais, as cidades nos dão uma canseira de matar.

As Eleições Municipais estão chegando. Mais do que escolher um cara ou dúzias de vereadores para cuidar da gente, que tal parar para refletir: o que eu quero para minha cidade? Para onde ela deve ir? Para onde ela deve crescer? Ela deve crescer? Quem efetivamente constrói a cidade? Como mudar o curso da história da minha cidade? Como fazer dela um lugar mais feliz e saudável para viver?

A partir de hoje, este blog inicia uma investigação por respostas para essas e outras perguntas que possam surgir. O resultado vai ser publicado em breve no novo portal UOL Notícias.

Sugestões, idéias, experiências felizes, denúncias, caos e causos urbanos são muito bem-vindos!

Eleitores e eleitoras do Brasil, eu vos conclamo: vamos votar bem nas Municipais 2008!

Foto: Jânio Quadros, o ex-prefeito mais escalafobético que a mais escalafobética das cidades- São Paulo- já teve

Escrito por Marcelo Tas às 10h31

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19/05/2008

CQC 10




CQC 10
Dia 19 de Maio
22h15
Band
(reprise: aos sábados, 20h15)

Entre outras:
CASAMENTO DE FRANK AGUIAR
CUMBRE: LULA, CHAVEZ E EVO
PONTE ESTILINGÃO: PEGAMOS O MALUF
O REI ROBERTO CARLOS
PROTESTE JÁ: DESMATAMENTO
REPORTER INEXPERIENTE: LEÃO LOBO
NOVO QUADRO: TESTE DE HONESTIDADE


Críticas, comentários e sugestões são bem-vindas!

Escrito por Marcelo Tas às 13h14

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Faltam 80 dias




Enquanto a imagem dos chineses vai se queimando, cada vez mais, na mídia internacional- Tibet, censura, terremoto...- a tocha olímpica circulava pela terra de Mao Tsetung. Hoje, foi decretada a interrupção do deslocamento da tocha olímpica em homenagem às vítimas do terremoto. Duro momento para a China. As imagens acima, capturadas em Shenzen há duas semanas, mostrava a expectativa e entusiasmo deles com a aproximação dos jogos. Faltam 80 dias para começar Pequim 2008.

Fotos: enviadas por Dina Kaufman

Escrito por Marcelo Tas às 11h13

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A mosca na sopa carioca




Este ano, com as próximas eleições municipais, o Rio de Janeiro tem a oportunidade de varrer Cesar Maia do mapa, pelo menos por algum tempo. Será que se darão ao luxo de eleger Fernando Gabeira ou uma nova mosca vai cair na praia dos cariocas?

Charge: enviada pelo Lovatto.

Escrito por Marcelo Tas às 11h05

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16/05/2008

A sujeira e a beleza da cidade




Alexandre Orion consegue tirar arte - literalmente- da sujeira da cidade. A obra se chama Ossário.

Seria muito bom se o gesto inspirasse os planos dos candidatos às vagas de prefeito e vereador das próximas Eleições Municipais. Como tocar na sujeira para revelar a beleza das cidades?

Link: enviado por Susan Togashi (foto: túnel Max Feffer, em São Paulo)

Escrito por Marcelo Tas às 18h55

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Mais animação: "Tyger", de Guilherme Marcondes





Depois que postei MUTO, a animação realizada nas ruas de Buenos Aires e Bariloche (dois posts abaixo), recebi outras várias. Aqui vai a primorosa obra de Guilherme Marcondes, que tem como cenário as ruas de São Paulo. A animação se chama "Tyger", foi realizada em 2006, baseada em poema de William Blake, escrito em 1794.

Link: enviado pela Beta

..::..
THE TYGER (from Songs Of Experience)
By William Blake

Tyger! Tyger! burning bright
In the forests of the night,
What immortal hand or eye
Could frame thy fearful symmetry?

In what distant deeps or skies
Burnt the fire of thine eyes?
On what wings dare he aspire?
What the hand dare sieze the fire?

And what shoulder, & what art.
Could twist the sinews of thy heart?
And when thy heart began to beat,
What dread hand? & what dread feet?

What the hammer? what the chain?
In what furnace was thy brain?
What the anvil? what dread grasp
Dare its deadly terrors clasp?

When the stars threw down their spears,
And watered heaven with their tears,
Did he smile his work to see?
Did he who made the Lamb make thee?

Tyger! Tyger! burning bright
In the forests of the night,
What immortal hand or eye
Dare frame thy fearful symmetry?

Escrito por Marcelo Tas às 10h06

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